Ruht Ra
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Oi, meu nome é Arthur/Ruht Ra, tenho 19 anos, e meus pais abusam verbal, emocional, psicológica e fisicamente de mim. Um é Charles, com quem moro em Brasília, e, a outra é Lorena, com quem morei em Curitiba por 17 anos e com quem fiquei por 4 meses até três semanas atrás. Eu nunca consegui conviver bem com nenhum deles, desde a minha adolescência, quando eu "saí do armário" para a minha mãe, que é homofóbica, em 2014, o que me levou a morar com o meu pai em 2015, aqui em Brasília, onde sofri todo tipo de violência pelas palavras dele e comportamento explosivo dele e ele me bateu 6 vezes durante o ano em que morei aqui pela primeira vez, por motivos desde eu tirar um 8, no boletim (pois sempre tirava 9 ou 10), a eu ter deixado cocô no vaso sanitário. Na última vez em que ele me bateu, nesse ano, no dia 9 de dezembro, eu já havia decidido voltar a morar em Curitiba porque minha mãe sabia pelo que eu estava passando e já havia passado por situação similar, antes de separar de Charles, em 2002. Todos sabiam que eu ia embora de Brasília, menos ele. Ele não queria me deixar ir à escola no primeiro dia da recuperação, no qual eu não precisava ir, mas eu pedi a ele, na noite anterior (08/12/15), para poder ir e ele disse que eu teria que não me levaria e que eu teria que pegar ônibus e eu concordei. Na manhã do dia 9 de dezembro, ele me chamou para vermos meu desempenho escolar (as aulas haviam acabado no dia anterior) e vimos que eu havia ficado em 8° lugar no ranking da minha série, o que me desqualificava para manter minha bolsa de 75%, que obtive por fazer uma prova no início de 2015, pois só os primeiros 5 (dos 210 alunos da segunda série do ensino médio, eu soube, no ano seguinte) poderiam manter bolsa, se a tivessem, entre os quais eu havia ficado em todos os 4 primeiros períodos do ano, menos no último. Ele desabafou sobre as dificuldades que teve em sua vida e gritou comigo e me xingou de tudo (hábito que mantém até hoje), inclusive dizendo que eu ia "sentar no colo do capeta", no ano seguinte, sem saber que eu já havia decidido voltar a morar com a minha mãe novamente, após a nossa volta de Nova York, viagem que ela conseguiu para mim e para ela, por 20 dias, e eu viajava no dia seguinte para encontrá-la em Curitiba. Eu insisiti com meu pai para que ele me deixasse ir à escola (principalmente porque o "primeiro menino que amei" estav lá para falar comigo depois de uma desilusão que ele não sabia que causou, pois era hétero e brincava comigo como brincava com os amigos dele de flertar), mas ele queria que eu refizesse os únicos dois exercícios do período inteiro que eu tinha errado, da disciplina de Matemática, na qual obtive note de 9,8 no boletim. Eu disse a ele que poderia fazê-los depois de ir à escola, com a calma que mantenho até hoje em nossas "discussões" em que ele me desqualifica e me diminui com adjetivos como "vagabundo", "malandro", "merda", "bosta", "filho da puta", entre muitos, mas, após ele ter ficado emocionado pela primeira vez na minha frente, contando a história de quando tiveram "pena" dele, que era do interior, e deram uma bolsa de estudos no ensino médio no melhor colegio de Brasília, eu tentei o apoiar, porque eu sabia que ele sempre estudou muito (o que tanto a Lorena, quanto a família dele, quanto a minha madrasta, com quem ele convive há quase 13 anos e diz que Charles é um sociopata, dizem que o fez "se relacionar melhor com livros do que com pessoas"), mas eu dizia que faria os exercícios depois e para ele me deixar ir. Ele me deu um tapa grande no ouvido, e eu corri para o meu quarto e tranquei a porta, dizendo que ia ligar para a polícia, pois, na última vez em que ele havia me surrado com tapas (após eu ter me atrasado para jantar pois estava desabafando com a minha madrasta, que mora no bloco ao lado do dele, na mesma quadra, que queria ir embora e sobre meus planos de fazer universidade nos Estados Unidos e ela me amparou e chorou de proecupação por mim e eu pai ligou para ela para saber que eu estava lá e, quando cheguei em casa, recebi os tapas), pela primeira vez, urrei de volta com ele e disse, somente: "é a última vez que você me bate", desde então, minha mãe disse que, na próxima vez que ele me violentasse fisicamente, era para eu ligar para a polícia. Eu arrumei minhas coisas essenciais e ia fugir da casa dele, da qual eu já ia me mudar e só ele não sabia que eu nä ia voltar, depois de viajar com a minha mãe. Ele esmurrava a porta do meu quarto e eu já chorava, até que ele parou e, no momento em que achei propício, tentei sair pela porta da frente, mas, no tempo de destrancá-la, ele me puxou e me segurou e me jogou no sofá dele e, em algum momento, minha unha do dedão direito deve ter batido ou sido fechada na porta, porque ela ficou com a metade direita preta e caiu, depois de 4 meses. Consegui me desvencilhar dele, depois de ter dado um leve soco em sua testa (o lugar onde isso ocorreu está a menos de 5 metros de mim, agora) e corri escadarias abaixo e até a quadra onde pego ônibus, à qual achei que ele iria me seguir, então me escondi atrás do ponto de parada e dos carros, enquanto tentava ligar para a minha mãe e ela não atendia. Logo, imaginei que ela estava ao telefone com o Charles, e tentei ligar até ela me atender, quando eu estava no ônibus indo para a minha escola (Leonardo da Vinci, Unidade Asa Sul), onde todos sabiam pelo que eu passava com o meu pai e me apoiavam. Lorena confirmou que estava no telefone com Charles e, quando eu disse que nunca mais queria vê-lo na minha vida, ela contou que ele havia dito, "praticamente, a mesma coisa". Cheguei à escola, onde conversei com a minha coordenadora pedagógica, Denise, que disse que deveria denunciar meu pai ao conselho tutelar, pois eu estava com marcas de luta no rosto, mas que ele já ia ser prejudicado com a minha volta à Curitiba. Resolvi meus assuntos com o amigo, que pediu desculpas de joelhos e guarda o poema que entreguei para ele, até hoje, na carteira, segundo minha amiga Bruna, e passei o resto do dia todo com a prima de meu pai, Ludmila, que mora com a tia dele (às quais nem querem olhar na minha cara, segundo Charles, que me disse isso anteontem (30/01/19), porque eu enganei elas, segundo ele) e dormi na casa da minha tia-avó, Clariza, e elas me levaram ao aeroporto, no dia seguinte, pela manhã, onde 4 amigas minhas (Larissa, Bruna, Katarina e Tayane) me esperavam para se despedirem. Depois disso, fiquei um ano sem falar com o meu pai, só vim a Brasília para receber meu certificado de proficiência de Cambridge (cujo preparatório na Cultura Inglesa, meu pai pagou, em 2015), cerimônia à qual Charles me chamou, que era numa sexta-feira de maio, se não me engano, e passei o fim de semana com meus amigos e troquei, provavelmente, 50 palavras com Charles, durante os 3 dias de estadia. Durante esse ano de 2016, minha mãe se tornou mais desrespeitosa, ameaçadora (disse, pelo menos, 10 vezes que ia "me expulsar de casa" por motivos ínfimos, como desorganização ou arbitrariedades da cabeça dela), chantagista emocional e só não era mais violenta fisicamente (como ela sempre foi, mas nunca como mru pai, que me espancou nas 6 vezes de 2015 (e na do início de 2017)), por causa do que me tinha ocorrido com Charles, mas ela chegou a cuspir na minha cara, no segundo semestre de 2016, por eu ter arranjado meu terceiro namorado em 3 anos, logo após eu ter "terminado" com o segundo (o primeiro foi a pior coisa que aconteceu na minha vida, além de nascer de dois loucos, e, quem me "salvou" dele foi Lorena, em 2014. Agradeço muito a ela, até hoje, por isso), e ela disse que ia "fazer de tudo" para não ficarmos juntos e tirou meu celular e me proibiu de ter contato com ele. No início de 2017, quando eu havia passado em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal Fluminense, em Niterói (pois Rio ou São Paulo eram minhas segundas opções, caso eu não conseguisse passar em Artes Cênicas ou Cinema, nos Estados Unidos, o que não ocorreu e tinha me deixado abalado, pois era um sonho que eu tinha desde pequeno e que minha mãe alimentava e, meu pai, não, que disse, em 2015, que eu sou feio, não tenho talento e nem graça para ser ator), minha mãe havia se tornado controladora a ponto de fazer coisas que nunca havia feito, como esperar eu entrar nos únicos dois eventos sociais (um jantar com minhas amigas e um voluntariado na casa de uma amiga de infância cuja mãe ela conhecia e em cuja casa eu estava entrando) que tive no início do ano, antes de ir para o Rio. Ela me desrespeitava constantemente (a pior coisa que ela me disse inclusive, em 2016, foi "que foi? Você não deu, hoje?", num dia em que eu estava "emburrado" e subindo as escadas para o meu quarto. E nunca tivemos "intimidade" para brincadeiras jocosas como essa. Inclusive, as únicas vezes em que desrespeitei verbalmente a minha mãe e disse o que eu pensava a respeito dela foram no final de 2018) e continuava a me ameaçar a ser expulso de casa, então, na última vez em que ela fez isso, em 2017 (no mesmo dia do voluntariado em que ela esperou eu entrar no prédio da minha amiga de infância e liguei para minha mãe de dentro do apartamento, no qual entrei antes de sairmos de carro distribuindo comida e roupas na rua, e fiz ela falar com a mãe da minha amiga), depois de ter tirado o meu celular porque eu fiquei meia hora sem atendê-lo, depois de almoçar na minha amiga, eu e a mãe dela levarmos ela e outra amiga à um trabalho de animação de festa infantil, e a mãe dela me levar em casa. Como Lorena havia dito que era para eu sair de casa, arrumei minhas coisas e disse que iria sair e ela, debochando, disse que eu não havia para onde ir e eu disse que iria para a casa da Beatryz Schneider, amiga do ensino médio de Curitiba que sabia tudo o que Lorena fazia comigo desde 2014. Quando terminei de arrumar minhas coisas, estava prestes a sair de casa, quando ela me impediu e meu padrasto segurou minha mala e quebramos a alça dela e eu fugi correndo com uma mochila, que tinha meus documentos, e eles me perseguiram de carro, em baixa velocidade, até me perderem e eu chegar ao Shopping Mueller, que fica a 1 km da casa deles, onde esperei a Biah me buscar e levar para a casa dela, onde me hospedaram e ajudaram por 5 dias, durante os quais conversei com meu pai e contei tudo o que havia passado com a minha mãe e, pela primeira vez na vida dele (pelp que me falam), ele me pediu desculpas por "ter sido muito rígido comigo em 2015", me parabenizou por ter tirado 960 na redação do ENEM (que, aliás, foi o maior motivo de eu passar no curso de Cinema na UFF, que é muito concorrido, mas meu pai, até hoje, diz que "é um curso de merda, que sobra vaga", como o em que estou hoje, Artes Cênicas, na UnB, que é mais fácil de passar, sim, mas requer habilidade específica, que não é muito fácil de conseguir) e disse que me ajudaria com tudo em Niterói. Dito e feito, passei um ano sendo sustentado por ele e, se não fosse pela minha depressão, que me fazia ficar mal sempre que não estava com as pessoas maravilhosas da minha turma, com quem formei uma "família", pois quase todos eram de fora do RJ, eu poderia "estar no terceiro ano do curso de Cinema" (como Charles pontuou hoje, quando urrou comigo, no carro, e quase me violentou fisicamente, mas só me deu um empurrão para o lado, nada comparado às duas vezes em que ele socou minha cara no vidro do carro, em 2015). Decidi voltar à Brasília ou a Curitiba (mas preferia Brasília pois Charles, até o meio de 2017, dizia para eu tentar Artes Cênicas, que era o curso que eu queria e que sabíamos que era um dos 5 melhores do país, na UnB, que ele poderia me dar um carro pois não gastaria tanto quanto gastaria com minha moradia no Rio e eu rejeitei seus pedidos, e ele sempre diz que "caguei para ele", por ter escolhido ficar no meu curso no qual passei, provavelmente, por ter me esforçado no ensino médio todo, salvo por conteúdos que desencontraram entre Brasília e Curitiba, e sabia que não passaria novamente), minha mãe me ajudou a sair do Rio (e me cobrou por meses os 350 reais da metade do valor da mudança) e eu contei ao meu pai que queria voltar a Brasília 5 dias antes de ir de Curitiba para lá "de férias", dia 22 de janeiro de 2017, quando voltei ao Planalto Central. Ele não quis ouvir nada após ter confirmado que eu havia reprovado nas em todas as 5 matérias menos uma, no segundo semestre (depois de ter ficado com média 9,0, nas 8 do primeiro), pois eu não fui à aula no último mês (só para as de teatro, para o qual eu sempre volto, como um refúgio, por isso escolhi meu curso, mesmo tendo feito menos de 4 anos de aulas de teatro e de ter sido negado por Juilliard, a universidade de meus sonhos, em 2016, depois de enviar 3 vídeos de monólogos que, mesmo eu não tendo me preparado, achei que tinha ido bem, pois minha confiança estava alta, naquele ano, quando apresentei o musical Chicago, na escola e, desde 1° de agosto de 2016, quando apresentei a música de meu personagem Amos, "Mister Cellophane", sei que a performance dessa música consegue até arrancar lágrimas das pessoas, quando minha amiga Bruna (de Curitiba, não de Brasília, Bruna Ramos, em cuja casa fiquei durante dois dias antes de vir a Brasília, há quase um mês) me disse, no 01/08/16: "Você fez 15 pessoas chorarem", que eram meus amigos do teatro que estavam no dia do ensaio em que cantei a música, que, aliás, fala sobre a situação do "corno da peça", que ninguém enxerga, muito menos sua esposa, a personagem principal, Roxy). Desculpe os parênteses gigantes. Enfim, meu pai não ficou feliz com a minha saída do Rio, o que entendo mais que completamente e, se ele nunca mais quisesse "olhar na minha cara", eu entenderia. Mas, na conversa que tive com ele por telefone, 5 dias antes de vir a Brasília em 2017, ele disse para eu ser práico e dizer o que queria e eu falei que queria fazer como ele sugeriu no ano anterior, estudar Artes Cênicas na UnB e ele concordou e ficou bravo por eu estar com mais problemas com a minha mãe (com a qual fiquei 2 meses sem falar, no início de 2017, o que está se repetindo, este ano, por quase um mês, já, apesar de ela ter me ligado incessantemente, hoje, "do nada", pela primeira vez desde que voltei, mais uma vez, a Brasília), novamente, o que me motivou a ligar para ele e contar sobre minha partida do Rio (que foi propiciada por o homem, Fábio, que alugava meu quarto no Rio para mim ter, praticamente, me despejado do apartamento, em dezembro, do que meu pai sabia) antes de chegar à Brasília para as "férias". Meu pai praticamente me ignorou, quando não me ofendia direta e indiretamente, dizendo que eu sou um "perdido" e que não era um artista (como ele faz desde 2015, dizendo que os outros, no caso, meu tio, irmão dele, que imita as pessoas de brincadeira mas é neurocirurgião, e a neta de minha madrasta, de 7 anos, são sim artistas. "Ele/Ela SIM é um artista", já ouvi várias vezes, da boca de Charles), nos 7 meses em que morei aqui, em 2018, 3 trabalhando (professor de inglês para crianças de 3 a 5 anos. Pedi demissão porque queriam que eu acobertasse que trancaram um menino "espivetado" no banheiro escuro. Longa história), no primeiro semestre, e duas semanas cursando Cênicas UnB (em que passei em 2° lugar, no vestibular, sendo que obtive nota para passar em qualquer curso de Ciências Humanas, talvez até em Direito, e em qualquer outro curso sem ser Medicina, mas, talvez, até em Engenharias concorridas, do que meu pai sabe mas nunca reconheceu), onde eu passava o dia todo feliz e chegava ao prédio de meu pai, à noite, e não queria entrar. Já esperei a luz do apartamento apagar e não entrei e dormi na escada do bloco, uma vez. Além disso, até o dia em que começaram as minhas aulas, meu pai não me deu "um centavo" de dinheiro (o que eu entendo mais que completamente, porque ele gastou 42 mil reais comigo em um ano, no Rio de Janeiro) e só saíamos para almoçar (cuja conversa que levava a esses almoços ("Vai querer almoçar. Se sim, que horas e onde?" "Pode ser no Mayer (restaurante mais próximo à casa de Charles, noo qual sempre íamos, em 2015, e que sugeri no primeiro dia em que cheguei a Brasília em 2017, quando ele perguntou onde eu queria almoçar e, desde então, praticamente só almocei lá, quando estou com ele) às 13h?" "Ok.") era a única que tínhamos durante dias inteiros. Ele soube pela minha madrasta (Nerci, a pessoa que mais me ama da minha família, e nem é de sangue) que eu ia trabalhar e ela disse que ele gritou com ela por me incentivar em "subemprego", pois emprego de verdade é como o deles, servidores públicos ou como o do meu tio neurocirurgião) e, à noite, só havia pizza e/ou lasanha (e/ou, às vezes, torta de palmito) da Sadia e da Seara para eu comer de jantar, por 7 meses, sem contar as 2 ou 3 vezes por mês em que íamos a uma pizzaria em frente à escola em que pedi demissão e que percebi, esta semana, que, muito provavelmente, fechou (e a injustiça que me fez pedir para não ser contratado nem aconteceu dentro dela, e, sim, numa escola parceira da minha, que terceirizava o inglês para mim e para outra professora da minha escola). Minha mãe havia falado desde o meio de 2018, quando contei para ela o que realmente se passava com o meu pai (sim, essa história de "falar mal de um pro outro" está velha, mas o que posso fazer, se nasci de dois loucos que não deviam ter tido filhos?), que eu devia voltar para Curitiba, inclusive, ela disse: "Quando eu deixei você subnutrido (nunca emagreci tanto como em 2015, pois o almoço era farto, no buffet de 50 reais o kilo, onde eu sempre pegava mais de meio kilo até um kilo e pouco, mas, à noite, a comida congelada me fazia mal e não era sempre que eu a comia) e passando humilhação diária?". Na parte da humilhação diária, eu pensei "já me fez passar sim", mas relevei. Quando eu deixei de ir uma semana para a UnB, na terceira de aula (na qual meu pai já me dava dinheiro, só para os ônibus e para almoçar e jantar no Restaurante Universitário, que passou de R$2,50 para R$5,20 no semestre em que entrei, mas eu sempre como bastante lá, pois tem opção vegetariana e, embora, na UFF, em Niterói, a refeição, no "bendejão", ser 70 centavos (espero que até hoje :), não possuía muita variedade para mim, que nunca engordei tanto (62 kg) comendo, praticamente, duas montanhas por dia, de segunda a sexta, que era quando os RUs de lá funcionavam), percebi que, se eu não tivesse a UnB, eu já teria me matado (desculpa pesar o assunto, mas é por esse motivo que estou enviando este e-mail/esta mensagem/fazendo este post no facebook), porque morar com meu pai não dá certo. Minha mãe me ajudou (mais uma vez), imediatamente, e comprou passagem para dois dias depois de eu decidir ir embora de Brasília (o que eu ia contar para meu pai, um dia antes do meu voo, mas ele negou o meu almoço pois eu estava a 4 quadras de distância dele, quando minha madrasta chamou para almoçarmos e não ouviu que eu disse que chegava em 10 minutos, a pé, e disse que eles me buscariam e Charles disse: "ele, eu não busco, não" e a ligação foi finalizada e só fui entender essa aparente "promissão domiciliar" (veicular) quando voltei à Brasília, há 3 semanas, pois acho que a ligação caiu e não foi ele que desligou o celupar dela, eu espero), e eu disse que trabalharia, em Curitiba, e que voltaria a Brasília para fazer o ENEM (no qual eu já estava inscrito, caso não passasse no vestibular da UnB, que só acontece no meio do ano) e tentar um curso em Curitiba ou em outro lugar (o que minha mãe não aprovava e me desincentivava sempre). Cheguei a dizer que havia desistido da área artística, chorando, depois da pressão psicológica que ela fez em mim por eu ter perdido, por negligência, o prazo de inscrição nos vestibular da Faculdade de Artes do Paraná, onde há os cursos que eu queria, em Curitiba. A princípio, eu viria fazer o ENEM, passaria a semana entre os dois dias de prova no apartamento de minha avó Arlete, em Goiânia (a qual havia me dito que eu poderia fazê-lo pois "a casa é dela", mas, mais de um mês depois de ela ter falado isso, minha mãe me contou, no dia das crianças, que minha vó havia dito a ela, um mês antes, que meu pai a havia proibido de me receber em sua casa e que eu podia passar a semana do ENEM na casa dele), mas acabei ficando no apartamento de Charles pois, uma semana antes, durante o segundo turno das eleições (em que minha mãe disse que ia me expulsar de casa, "pela milésima vez", depois da única manifestação política que eu tive durante o período, que foi trocar a imagem de perfil do WhatsApp para os a bandeira antifascita que meus cursos univeristários do Rio e de Brasília fizeram, mas ela voltou, meia hora depois de me expulsar, ao meu quarto (depois de ter chegado gritando mais cedo, sendo que eu havia mudado a imagem durante a madrugada antes do dia do segundo turno), chorando e dizendo que não conseguia me expulsar de casa e que me ajudaria, onde quer que eu passasse pelo SISU, com 600 reais), eu mandei mensagem para o meu pai (que é do outro extremo oposto, politicamente, do extremo que me aceita como homossexual) perguntando se poderia ficar em sua casa durante a semana do ENEM, como minha avó tinha dito e ele respondeu "Claro. Quando eu disse o contrário? Pode ficar quando quiser", em resumo.
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